No salto, a confiança entre cavalo e cavaleiro é o ponto de partida. Chancelado pela FEI (Federação Equestre Internacional), é também uma das três modalidade hípicas que fazem parte das Olimpíadas. Entre outros fatores, a dinâmica e a beleza do salto o transformaram no esporte equestre mais conhecido pelo público.

A prova consiste em um percurso com diversos obstáculos, que podem chegar até 1.60 metro. O desafio é passar por todos eles sem cometer nenhuma falta, ou seja, sem que o cavalo refugue ou derrube o obstáculo. 

Existem, basicamente, dois tipos de prova. Nas provas com cronômetro, ganha o cavaleiro mais rápido e com menos faltas; nas provas sem cronômetro, ganha aquele que mais se aproximar do tempo ideal, cometendo menos faltas. Outros critérios de penalização e eliminação são queda do cavalo ou do cavaleiro, inadequação do uniforme, erro na ordem do percurso ou excesso de tempo.

O salto é geralmente a porta de entrada para os esportes equestres e foi, também, a primeira modalidade hípica a chegar ao Brasil, em 1.641. De lá pra cá, centenas de escolas de salto foram criadas pelo país e cavaleiros brasileiros ganharam destaque no cenário internacional, sendo Rodrigo Pessoa, atleta do salto, um dos grandes ícones do hipismo e do esporte brasileiro.

Praticar salto é praticar entrega, técnica, coragem e, claro, paixão ao cavalo.

 

 

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